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Curly aos Bocadinhos

Curly aos Bocadinhos

...

Depois de duas horas no ginásio de manhã, estou com uma moleza que nem vos digo nada... Estou pronta para uma sesta...

Coisas da moda..

Não há dúvida que o fashion hit deste Verão foi este modelito de chinelo (muito procurado na Primark). Este animal print é um must have (corram que ainda vão a tempo), mas também há o modelito fantástico com o pêlo côr de rosa. Não contando com modelos muito mais à frente (exclusivos certamente) como vi hoje nos pés de uma senhora (com umas unhas muito grandes e sujas) em laranja choque com franjas e berloques nas pontas. Mas por que é que sou uma pessoa tão out? É que desde sempre me lembro de odiar o próprio chinelo base... 😌😌

E as comprinhas com a promoção da Wook foram...

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Os preços eram irresistíveis e estes livros eram um must have, verdade?

Já há muito que ouvia falar neles e tinha esta lacuna na minha estante.

 

E ainda veio a toalha da Leya como oferta (que acho linda), por isso...coiso!

 

 

Sim, o koala foi novamente explorado, mas não se preocupem que já está aconchegado no seu cantinho a dormir.

Nenhum animal foi magoado durante esta sessão fotográfica. Escusam de ir já a correr ligar para as autoridades, sim?

 

 

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Leitura actual

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Sim, hoje meti o koala a trabalhar que isto não é só passar o tempo aqui sentado na minha cama looking pretty!

 

 

SINOPSE

Madeline e Daphne eram como irmãs... até que um segredo as afastou. Agora, terão de se unir de novo. E lutar pela vida. Outra vez.

Elas sabem o nome dele... do homem que destruiu as suas infâncias. Elas sabem o que lhe aconteceu a seguir... e ambas seguiram em frente. Ainda assim, as suas vidas mudaram para sempre.


Agora, Madeline está de volta a Cooper Island, o lugar que julgou ter abandonado de vez. Mas a morte da sua avó obriga-a a revisitar o hotel abandonado onde tudo se passou. E é lá que ouve o que mais teme, da boca de um homem à beira da morte: o segredo das duas amigas foi descoberto.


Madeline e Daphne terão de enfrentar o passado sombrio que as une. Madeline pede ajuda a Jack Rayner, um ex-profiler do FBI. Apesar dos mistérios que o rodeiam, ele é a única pessoa em quem ela confia... e que ela deseja. E embora Jack não pareça ter sensibilidade romântica, não lhe falta intuição para lidar com mentes perigosas. Juntamente com o seu irmão, Abe, vão formar uma inesperada aliança contra um assassino determinado e impedir que a surpreendente verdade seja desvendada...
 

 

 

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Leitura Terminada na Raia Alentejana

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SINOPSE
 

O sol do verão brilha na Cornualha. E Polly Waterford tem todos os motivos para sorrir… pois está apaixonada! Pela pequena vila onde vive, pela maravilhosa padaria onde trabalha, pelo farol que partilha com o seu animal de estimação. E, claro está… por Huckle, o namorado dos seus sonhos. 

Na vila, todos a conhecem e todos a adoram… a ela e ao aromático pão que amassa com carinho. A sua vida é perfeita! E todavia, algo a angustia. Como se a suave brisa estival trouxesse consigo nuvens escuras… Um estranho, herdeiro da padaria, ameaça arruinar o negócio. Huckle parece levar uma misteriosa vida dupla. E um segredo, que Polly guarda a sete chaves, ameaça uma pessoa inocente. 

Nada pode impedir a tempestade que se avizinha, e que deixa Polly perante o maior desafio da sua vida. A jovem vai ter de repensar todas as escolhas que fez, bem como os planos que tem para o futuro…
Conseguirá ela sobreviver à tormenta? E salvar o seu pedaço de paraíso?

Com Tempestade de Verão, Jenny Colgan revisita o cenário idílico e as divertidas personagens de Pão, Mel e Amor, já publicado pela Quinta Essência.

 

***

 

Este livro foi-me enviado recentemente pela Quinta Essência.

E esta capa foi altamente chamativa na altura de fazer a mala para ir passar uns dias na calmaria do Alentejo.

E foi o livro perfeito para ler no calor do Alentejo, em momentos em que o cheiro do pão a ser feito no forno ali ao pé de casa nos entrava pelas narinas dentro!

Eu não li o livro anterior, mas consegui acompanhar a história sem grande dificuldade. Pode ser que um dia ainda compre o primeiro, para ler sobre a primeira parte da história de Polly Waterford.

Gostei muito, muito deste livro!

Pela fluidez da escrita, pela simplicidade tanto da escrita, como dos personagens e pelo romantismo.

Gostei da Polly pela sua força, pela sua luta, pela sua honestidade e pelo seu bom coração. Na verdade gostei de quase todas as personagens pelas mesmas razões, à excepção do Malcom que era um ser execrável a quem só me apetecia bater.

Fiquei cheia de vontade de conhecer a Cornualha, porque me parece ser um destino lindo, apesar do clima muitas vezes agreste. 

É um livro que me tocou no coração por nos falar de pessoas simples, por nos lembrar da nobreza de profissões "simples", mas de vidas muito duras, como a dos pescadores ou de quem acorda a meio da noite para com todo o amor nos preparar o pão que comemos. Assim como outras profissões mal pagas e pouco valorizadas, às quais se devia dar mais valor.

Uma história sobre uma comunidade pequena onde a amizade e o espírito de interajuda são fundamentais à sobrevivência das suas pessoas.

Uma história sobre o amor pelos animais, ainda que seja um papagaio do mar.

Uma história sobre perdoar.

Uma história sobre a arte de fazer pão com amor, pão artesanal, não o pão industrializado que se vende por aí (e que tantas vezes comemos por falta de opção). Uma arte que nos aquece o coração, que nos faz sentir que estamos ali na cozinha com o forno ligado a aquecer o ambiente e a encher a casa de aromas maravilhosos.

Uma história com momentos de nos fazer salivar, porque a única coisa que queremos é provar um bocado do pão da Polly, acabado de fazer, crocante e com manteiga a derreter no seu calor.

Uma história de amor que nos fala sobre sermos ricos com as coisas mais simples da vida e não precisarmos de perder tempo com coisas fúteis.

É uma delícia de leitura que vos recomendo vivamente!

E preparem-se para ter fome!

 

;)

 

Obrigada, Quinta Essência por me darem a conhecer esta autora e por me fazerem chegar este livro tão romântico e delicioso!

 

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Leitura Terminada

Pronto, lá me mentalizei que hoje era dia de me sentar toda lindinha com o portátil no colo!

É que depois tenho uma crise de Alzheimer e já nem me lembro do nome dos livros, quanto mais se gostei ou não deles e porquê...

 

Então cá vai alho!

 

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Ora, a este livro, como já tinha referido anteriormente, dei 3 estrelas no Goodreads, à semelhança do que aconteceu com o tão aclamado na altura "A Rapariga no Comboio".

Mais uma vez, fico com a sensação de que esta autora tem uma grande equipa de marketing por trás e, portanto, cria-se sempre esta enorme expectativa em torno dos seus livros, só que depois nem sempre são tão arrebatadores como se publicita.

Bom, se calhar podia ter dado 3 estrelas e meia, vá! Porque, em boa verdade, até que gostei um pouco mais deste do que do anterior. O anterior era mais aborrecido, mais enrolado. Este sempre era um pouco mais dinâmico.

Só que, aquilo que o torna mais dinâmico, é também o que o torna mais difícil de acompanhar, pelo menos até metade ou mais do livro. Porque no livro "A Rapariga no Comboio" a história ia sendo contada na perspectiva de 3 personagens. Neste acho que perdi a conta. Os capítulos eram curtos e cada capítulo era quase sempre uma personagem nova a "contar" mais uma parte da história, a lançar mais uma pitada de sal, a mostrar outra perspectiva. Tinha sempre de me concentrar um bocado e pensar bem "ah, quem é este/a mesmo?". Um fluxograma a certa altura tinha dado jeito.

Neste livro aborda-se a temática do suícidio, porque parece ser ao que recorrem as mulheres daquela terra enredadas em "problemas", sendo que para tal se decidem afogar nas águas daquele rio tão chamativo.

Mas nem tudo o que parece é.

É mais um livro com uma componente muito forte sobre a parte psicológica das personagens e isso é algo que me agrada, sem ter sido tão aborrecido como o outro livro desta autora.

Há as personagens que parecem más e nos assustam psicologicamente, mas depois é fogo de vista.

Há as personagens um bocado de cuca frita, que até têm a sua piada.

Há as personagens que parecem boas e que afinal são más.

Há personagens recentes e personagens muito antigas, porque as histórias em torno do rio já têm muitos anos.

Há personagens reais e personagens meio fantasmas que comunicam com os vivos.

Tudo junto cria um enredo interessante e quando chegamos ao final, mesmo ao final, levamos a estalada-mor da revelação. Sem um exagerado clímax final. Assim uma coisa muito descontraída, pronto, já tudo se esclareceu, vamos aqui concluir como ficaram algumas personagens depois dos eventos finais, só que não, porque afinal faltava aqui o golpe final. Tau!! E mais não posso contar porque senão vocês batem-me por ser spoiler.

 

Portanto, eu até gostei do livro e, como digo, mais do que o outro. Só que há qualquer coisa na escrita desta autora que não me mexe os cordelinhos da forma certa e que não me cria aquela tensão mesmo a sério e não me dá uma grande chicotada final, porque lhe falta conseguir elevar os finais a algo mais grandioso. Algo que já encontrei noutros livros. E depois de tanto livro uma pessoa começa a comparar.

É um livro interessante, não deixem de ler. Mas para mim, precisava de mais salero.

 

PS - Acho que esta autora tem uma certa tendência para a depressividade. E é isso que me aborrece de algum modo. Se calhar para ganhar salero precisa, sei lá, de ir a Espanha conhecer o Joaquín Cortez e dançar um bocado de flamenco ou abanar as ancas ao som de salsa ou isso. Era capaz de lhe melhorar a escrita, coff coff...Mas isto é só a malta a ser má lingua (eu hoje também estou deprimida porque se acabaram as férias, por isso estou perdoada, verdade?)

 

Molenguice extrema!

Tenho pendente a review de dois livros. Se me descuido muito com o passar do tempo, às tantas já nem sei o que escrever porque já me esqueci!

E já comecei outro livro.

E o da bruxa continua parado a pouco mais de meio.

E recebi livros novos comprados numa promoção da Wook (3 livros que sempre quis ler e não perdi a oportunidade apesar de serem livros de bolso (são tão pequenos que acho que seria desperdício pagar mais pelo tamanho normal, porque teriam muito poucas páginas). E ainda recebi a toalha de praia da Leya.

Sim, tenho de vir actualizar o blog...

É preciso ter calma que eu vim do Alentejo, sim? E isso entranha-se!

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