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Curly aos Bocadinhos

Curly aos Bocadinhos

Amigdalites e febres curam-se com...

...xaropes, quentinho, mimos, desenhos animados e...histórias.

O Marcos está muito atordoadito, como fica sempre que tem febre.

Encosta-se a mim, pede mimo, quer tapar-se, depois quer destapar-se, quer ver bonecos e às tantas pediu-me uma história.

Aproveitei então para lhe contar umas histórias novas, e peguei nas aventuras do Gui. 

 

A primeira delas foi Gui e o Estendal Mágico.

 

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Nesta história o Gui recebe na sua aldeia o seu primo Pierre e, depois de o apresentar aos amigos, decidem planear uma peça de teatro para apresentar a toda a gente. Para conseguirem arranjar as roupas para os figurinos decidem pedir às pessoas da aldeia para lhes darem as roupas que já não usam e colocam um estendal junto ao coreto para o efeito. E é aí que a magia acontece...

 

O Marcos gostou muito. Ainda que fosse deitando um olho à TV, ficou encantado com a parte em que as roupas do estendal começam a falar e a mexer-se sozinhas. 

 

Como acontece em todos os livros desta colecção há sempre uma referência ao Natal ou ao Pai Natal e, nesta aventura, isso não é excepção.

 

Gosto sempre da forma subtil como se introduz este ou aquele tema, como uma ligeiríssima referência à reciclagem, uma referência à família e às saudades dos que estão fora do País (que aguardam ansiosamente poder regressar, nem que seja uma vez por ano, em alturas especiais como o Natal). E, claro, uma abordagem à temática da solidariedade, falando de como devemos dar o que já não usamos, gostamos ou precisamos a outras pessoas que precisem. Seja para uma peça de teatro, seja para que outras pessoas possam ter realmente o que vestir e andar aconchegadas, em particular quando está mais frio. 

 

No final do livro podem encontrar-se algumas actividades, tais como pintar duas figuras com os trajes tradicionais portugueses e completar a letra do Hino Nacional. 

No centro do livro podemos encontrar o "Jogo do Estendal". Uma espécie de jogo de tabuleiro, com as devidas instruções, sendo que em cada casa estará definida uma tarefa para realizar. 

Achei giríssimo este jogo, porque introduz uma dinâmica completamente diferente num tradicional livro de histórias! Muito interessante!

 

 

A seguir o Marcos pediu outra história. Fiz um-dó-li-tá e lemos o Gui e os amigos Dó Ré Mi Fá Sol Lá Si

 

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Nesta aventura o Gui descobre o maravilhoso Planeta da Música. Aqui conhece o Dó, o Mi e o Sol. Depois conhece o Lá e depois o Fá. E depois veio o Ré. E ainda o Si. É apresentado às cordas, aos pianos, à Guitarra e ao Baixo Eléctrico, aos metais e à percurssão. E participa num grande concerto com todos esses amigos dirigido pelo...surpresaaaa!!

 

Nesta aventura o Gui trata ainda da árvore de Natal e todas as decorações.

 

Creio que nesta aventura se fala um pouco de como a música é importante na vida das crianças, seja como ouvintes, seja para descobrirem a magia de cantar ou de aprender a tocar um instrumento (algo que fazem com alguma facilidade em tenra idade).

 

No final do livrinho podemos encontrar um passatempo relativo às notas musicais e ainda instruções sobre como construir alguns instrumentos musicais a partir de materiais reciclados. 

 

Mais uma vez, além de toda a magia presente, são ainda transmitidos alguns valores importantes, para além de ser didáctico.

 

Logo que possa tenho de ler os restantes livrinhos da colecção.

Mas, para lá das histórias, o que me encanta são as ilustrações, por serem fantásticas, coloridas e muito muito fofinhas.

 

Se quiserem conhecer mais de perto o trabalho da ilustradora destes livros, a Sandra Serra, podem ver aqui.

 

Do fim-de-semana

Sábado

Ora, pois que chegou aquele dia do ano em que volto a fazer 35 anos. Fantástico isto de os anos passarem e uma pessoa se manter sempre jovem. Coff coff! 

Posto isto, acordei cedo, vegetei muito durante a manhã e depois lá foi tudo saíndo dos ninhos aos poucos. Fomos almoçar ao restaurante, depois passámos na Worten e no Pingo Doce para aproveitar a promoçãozeca de oferta do champanhe na compra de um bolo. Por acaso havia lá um bolo e foi esse que veio. Não havia muita escolha. Deve haver muitos aniversariantes nesse dia. Ou então fizeram aquele de propósito para mim. 

Viemos a casa pôr o bolo e tal e tal e depois chegou a hora da festa de aniversário antecipada da Madalena. Já que no próximo fim-de-semana está com o pai e apenas janta comigo, não dava para fazer festa com os amigos da turma. Por isso fez-se a maluqueira neste dia que assim foi mais práctico. 

Desta vez não foi festa em casa. Inicialmente a ideia era almoço no McDonalds's e depois ir ao cinema. Mas, parece que estão a guardar os filmes todos para o Natal, porque agora não havia nada de jeito no cartaz. A não ser que levasse putos de 10 e 11 anos a ver a Ovelha Choné, mas se calhar depois levava uma carga de porrada...

Acabei por fazer a festa no McDonald's. Não sendo nada de especial, tinha um preço bastante aceitável (porque não cobram pelo espaço, apenas cobram um x por miúdo). E com karaoke, mais comida, mais pinturas faciais, mais bolo, aquilo passou a correr, não houve confusões (porque às vezes quanto mais tempo estão juntos mais começam com os desatinos e as emoções fora de controlo) e pronto.

Saídos da festa, fomos jantar a casa dos meus pais.

A janta estava boa, o bolo não era mau, o doce da mãe também não, e emborquei uns quantos copos de champanhe (que era rasca, mas deu para os gastos). Na vinda para casa, vinha um bocadinho tocada e então só me dava para rir de qualquer coisa que alguém dissesse. O que não é mau, é uma bebedeira fixe. E era o meu dia, por isso, bebedeira é bom. E tinha direito, né?

 

Domingo

Acordei novamente cedito, porque tinhamos combinado levar os putos ao Pão por Deus com umas colegas da Madalena. Quando me levantei vi logo que a coisa ia ser difícil. Entre os pingos da chuva lá levei a cadela à rua, mas a coisa era para continuar. 

Troquei umas mensagens para confirmar se a coisa ia acontecer, o pessoal estava naquela do deixa lá ver se passa, não vamos desistir já.

Lá para as 10h lá saí com a Madalena de casa, deixando o Marcos em casa com o pai, porque acordou muito rabuja e a rabuja era febre. Assim que saio da garagem com o carro a chuva engrossa, mas lá fomos. Quando cheguei ao ponto de encontro apareceu o pai de uma das colegas da Madalena só com a miúda também, porque a pequenita deles também tinha febre. "Ah e tal, deixa ficar a Madalena comigo, que eu vou ver se entre chuvadas e paragens conseguimos fazer alguma coisa, e depois ela almoça connosco e vamos lá levá-la à tarde." E pronto. Lá vim para casa sem doces. O S. Pedro podia deixar os putos brincar ao Pão por Deus, não?

 

Chegada a casa, arrumei umas coisas, aspirei a casa e limpei o pó e descansei um bocadinho antes de almoço. Fiz almoço, arrumei a cozinha e estudei só um pouco de Espanhol, enquanto o Marcos e o Semi-Deus faziam uma bela sesta no sofá.

 

Quando o Marcos acordou da sesta lá decidi ir com ele ao Centro de Saúde cuscar de onde vinha a febre, se bem que eu já desconfiava porque ele não estava a querer comer (porque este puto mesmo doente costuma comer lindamente). Confirmou-se que era da garganta (desta vez vista como deve ser) e lá veio antibiótico e o Brufen e o coiso.

A Madalena entretanto já tinha voltado para casa, tomado banho e vestido o pijamita. Fiz o mesmo ao Marcos e tratei do jantar. Arrumei a cozinha, fui com a bicha para a rua e vi o The Voice depois de os putos irem dormir.

 

 

Hoje de manhã fiquei ali entre as 2 e as 3, sem saber bem se devia levar o Marcos para a escola. Mas, como não tinha febre e eu tinha teste de Espanhol (e não convém faltar muito) lá acabei por o levar. Mas, pouco antes do meio-dia lá me ligaram a dizer que a febre tinha volta. Esteve lindamente até aí, mas aquilo subiu de repente e lá ficou ele K.O. Fui buscá-lo, viemos para casa, consegui que ele almoçasse qualquer coisa de jeito e tem estado aqui meio enroscadinho no sofá, a ver se o Ben-u-Ron faz efeito e a febre baza. 

 

Acho que para além de herdar da mãe as hemorragias nasais herdou também a tendência para as amigdalites frequentes. Haja drogas para os pôr no lugar!

 

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