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Curly aos Bocadinhos

Curly aos Bocadinhos

Nova leitura

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Diz que é para fãs do Zafón (me, me!!).

Quem mo emprestou disse-me que não o conseguiu acabar porque não estava a conseguir lê-lo.

Eu vou dar-lhe uma hipótese. Quando li a sinopse fiquei interessada e foi para a minha wishlist. E como já se encontra na minha estante há uns tempos foi este que escolhi hoje.

Vamos ver como corre...

Às vezes o gostarmos ou não de um livro até pode ter que ver muito com a predisposição com que estamos... 

 

 

Sinopse

Barcelona, 1912. Há crianças a desaparecer. Quando um cadáver é encontrado numa viela estreita, dilacerado e sem um pingo de sangue, surgem rumores bizarros sobre um «vampiro» que se move pelas sombras da cidade e que anda a roubar as almas dos inocentes.
Para a polícia trata-se apenas de mais um cadáver, num lugar onde a morte e o crime são tão frequentes que se tornaram banais. E quanto às crianças desaparecidas, ninguém quer saber dos filhos das prostitutas que povoam Barcelona.
Mas para o inspetor Moisès Corvo — um polícia rude e dissoluto, mas com um sexto sentido peculiar — este é um mistério que tem de ser resolvido, com um criminoso que afinal é uma mulher.
Gótico e chocante, A Mulher Má revela um mundo macabro, uma história verídica que nos faz duvidar de um dia ter realmente existido uma mulher tão pérfida, capaz de crimes tão monstruosos.
Um livro assombroso que agarrará o leitor da primeira à última página.

Tão cativante quanto assustador. Uma mistura de CSI com Jack, o Estripador, na Barcelona do início do século XX.

Leitura terminada e uma bexiga apertada

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Ontem à noite agarrei-me a ele e sabia que tinha de o acabar. Faltavam umas 100 páginas e eu já tinha vontade de ir ao WC. Mas aguentei e aguentei e aguentei. Quando finalmente cheguei à última página tive de ir a correr. E antes disso acho que o meu marido me disse qualquer coisa e eu rosnei-lhe porque estava mesmo, mesmo a chegar ao fim.

 

Era isto mesmo que eu queria num livro de Dorothy Koomson e que não consegui com o anterior! Um livro daqueles de devorar, como se devora uma tablete de chocolate maravilhoso, sem se dar conta.

 

Nesta história acompanhamos a história de Amber e o seu envolvimento com o seu amigo Greg, que era a última pessoa com quem ela esperaria ou quereria envolver-se. Acompanhamos também as amizades com Matt e Jen e ao longo da história, para lá do crescimento da relação entre Amber e Greg, vamos também sendo envolvidos em várias questões de amizade, de traição, segredos antigos, problemas familiares. Vamos percebendo as razões das inseguranças de Amber, o porquê das sua dificuldades em se envolver e em conseguir manter uma relação estável com alguém. 

 

Fartei-me de rir com certas situações e a forma como a Amber reagia às mesmas, em particular aqueles pormenores entre o que ela dizia e o que pensava. E tem a dose certa de caliente e de emotivo. O Greg afinal não era bem o que parecia e, portanto, é uma bonita história de amor, que adorei acompanhar e não conseguia parar de ler.

 

Dorothy, fizemos as pazes...

 

 

 

 

Guilty!

No meio de mais uma maravilhosa noite de insónia, vi não sei quantos filmes. Um deles foi...As Cinquenta Sombras de Grey.

 

Nunca li o livro, por isso não pude apreciar a qualidade literária. Portanto, não comecei a ver o filme com qualquer expectactiva. A ideia era ser tão boring que me desse sono.

 

A verdade é que a qualidade do filme em termos de profundidade e diálogos deve querer dizer algo sobre o livro. E estava preparada para achincalhar o filme. E queria elaborar assim uma crítica bem desenvolvida.

 

Mas depois o rapaz despiu-se e eu esqueci-me do que queria dizer...

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Já não via um rabo assim no ecrã há muito tempo.

 

Disclaimer - não gostei das partes do Dominador/Submissa. Só mesmo quando o rapaz se despia. 

Também se percebe que o rapaz é uma pessoa perturbada, que infelizmente não usou os fundos multimilionários para consultar um terapeuta. Assim sempre resolvia os seus problemas em vez de querer bater nas pessoas. Mas isso é capaz de ser na continuação do filme, porque considerando o final a coisa não se fica por ali, verdade?

 

PS - Em termos musicais o filme tem muito boas escolhas.