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Curly aos Bocadinhos

Curly aos Bocadinhos

Fui ali ao Alentejo e voltei!

Nada como aproveitar um fim-de-semana grande e com bom tempo para mudar de ares. E descansar é na planície alenteja!

 

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Apanhámos um trânsito do carapau na ida. Felizmente não o trânsito que houve à tarde, devido a um acidente que levou a que a A2 ficasse fechada durante um bocado. 

Quando lá chegámos iamos verdes de fome. 

Então e o que se fez no Alentejo?

Comeu-se bem, passeou-se no campo (e ficou-se logo com comichões por causa das flores e das oliveiras), comeram-se os primeiros caracóis do ano que foram uma belíssima decepção, jantou-se fora, comeu-se carne frita com tomate, bebeu-se sangria e jolas, saiu-se à noite depois de deixar o puto a dormir com a avó, bebeu-se mais uns copos enquanto se ouviu música ao vivo, comeram-se gelados, apanhou-se calor (especialmente hoje), dormitou-se, leu-se e viu-se alguma TV mas muito pouca. 

 

As crias (Zoe e Marcos) ferraram a dormir assim que entraram no carro na viagem de regresso e foi até chegarem a casa.

Foi pena não aproveitarmos para ficar mais um dia, já que amanhã temos feriado, mas o Marcos tem escola e é a festa de final de ano e vamos aproveitar para ele poder ir e participar no que andou imenso tempo a ensaiar e também para podermos ir assistir, porque não sendo feriado seria impossível.

 

Bom feriado e continuação de boa semana, sim?

Leitura terminada

 

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Aleluia! Os astros alinharam-se e finalmente consegui pegar neste livro e levá-lo até ao fim! Às vezes a solução passa por fugir de casa uns dias, mudar de ares, não ter portátil nem tablet e a TV ser extremamente limitada. Mesmo assim, não vos conto as cabeçadas que dei no livro. E não, esqueçam, não vamos ver quanto tempo me demorou a terminar este livrinho tão pequeno!

 

Então, sobre o livro. Foi um livro morninho. Eu estava à espera que os livros desta autora fossem mais tipo romance. Claro que, lendo a sinopse, percebi que não era. Ainda assim, é um livro algo envolvente, apesar do tempo que me demorou a lê-lo, mas isso foi mais de mim do que do livro, que estou tipo os velhotes que conforme se sentam começam às cabeças.

 

A tradução tinha algumas gafes do género "experimentaram" em vez de "experimentarão" ou "lembraste" em vez de "lembras-te", o que me deu alguns nervos, porque isto não são bem os típicos typing mistakes.

 

A história em si, bom, começa por ser interessante, mas a dada altura sinto que o detective, que era suposto ser tão bom no seu trabalho, deixou um bocadinho a desejar. Pode ter sido cansaço, pode ter sido por se ter deixado envolver pelas pessoas, mas achei que ficou aquém do que um bom detective deve ser. As personagens precisavam de ter um bocadinho mais de substância. Também achei o final bastante previsível. Teria sido mais interessante se tivesse estado mais metade do livro a suspeitar de quem era e dos motivos e chegasse ao final e tivesse sido surpreendida por um twist daqueles mais arrebatadores, tipo ser alguém que não estaria mesmo à espera. Não aconteceu. Foi um livro morno, como disse, creio que uma boa leitura para conhecer esta autora, mas estou à espera de ser um bocadinho mais arrebatada nas outras histórias que tenho dela cá em casa, o Casamento em Veneza e o Romance na Toscana (comprado há dias na Feira do Livro).

 

Muito obrigada, Quinta Essência por me terem dado a conhecer esta autora. Obrigada pela oportunidade e peço desculpa pela demora na leitura, mas uma pessoa não vai para nova. :)

 

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