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Curly aos Bocadinhos

Curly aos Bocadinhos

Nova leitura

Uma pessoa aos poucos vai-se habituando às novas rotinas, aos novos horários, vai-se acalmando e, tirando algum sono contra o qual é preciso lutar muitas vezes, é preciso dar novo fôlego às leituras. Que não morreram mas estiveram, vá, em coma desde Abril. E agora vem aí o Verão (coff coff, ninguém diria com o tempo de hoje) e apetecem livros, e férias, e férias e livros e, portanto, vamos lá à estante fazer um-dó-li-tá e escolher o próximo.

 

Saiu este na rifa...olhem, não sei, olhei para ele, ele olhou para mim e pumba, foi isto..

 

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E porquê este? Porque eu adoro a capa (e a contracapa)! E já sabem, nunca escolham um livro pela capa. E façam o que eu digo e não o que eu faço, verdade? Sim, esta capa é maravilhosa, deliciosa, colorida, linda e eu achei que era mesmo o que eu precisava.

 

Mas vamos à sinopse, que eu não quero que vos falte nada.

 

Sinopse

Violet Markey vive para o futuro e conta os dias que faltam para acabar a escola e poder fugir da cidade onde mora e da dor que a consome pela morte da irmã. Theodore Finch é o rapaz estranho da escola, obcecado com a própria morte, em sofrimento com uma depressão profunda. Uma lição de vida comovente sobre uma rapariga que aprende a viver graças a um rapaz que quer morrer. Uma história de amor redentora.

 

Eu cheira-me que isto é mais um na linha young adult. E vocês sabem, se não sabem deviam saber, que com o último young adult que li chorei baba e ranho e estive acordada uma noite até às 6h30 da manhã porque não o consegui parar de ler até ao final. E escusam de vir dizer que eu não tenho idade para ler um young adult, porque uma pessoa precisa de manter a mente jovem e eu não tenho assim tantas rugas, e vão-se encher de moscas, tá?

 

Claro que uma pessoa agora não pode ler livros até às 6h30 da matina, porque, enfim, a essa hora é preciso levantar para ir trabalhar. Só naquela...

Mas ao menos espero que me entusiasme e que não esteja paletes de semanas para o ler. 

Leitura terminada

Aqui há tempos estive na festa de aniversário de um priminho e o meu primo E. emprestou-me este livro. Disse-me que era muito fixe, lia-se rápido e era de mijar a rir. Peguei nele anteontem, li metade e acabei-o ontem. Fartei-me de rir com isto. Realmente o homem é digno de registo (o pai). As bocas são demais! É um livro ligeiro, bom para intercalar com outra leitura, só mesmo para espairecer e dar umas gargalhadas.

 

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«-Eu sei o que é o Twitter, raios. Falas comigo como se eu não soubesse porra nenhuma. Eu sei o que é. Tens de ligar a Internet para entrar no Twitter - respondeu ele, fazendo o gesto universal de girar uma chave na ignição ao dizer as palavras "ligar a Internet".»

Aos 28 anos, depois de ser deixado pela namorada, Justin Halpern vê-se na humilhante obrigação de voltar a viver em casa dos pais… e de partilhar o seu espaço com o pai de 73 anos, possivelmente o homem mais maldisposto do mundo. Usando a sua vocação de escritor e guionista, Justin começa a registar a sabedoria irónica contida nos desabafos, conselhos e, por vezes, nos berros furiosos do pai. Criou uma página no Twitter para partilhar com os amigos estas pérolas - e, em pouco tempo, a página tinha centenas de milhares de seguidores! Este fenómeno da Internet deu origem a um dos best-sellers do ano e um dos livros mais engraçados dos últimos tempos. Tendo por base as pérolas do pai, o filho recria brilhantemente alguns momentos da sua infância e juventude. Extremamente divertido e inspirador, M*rdas Que o Meu Pai Diz traça um retrato profundo da relação entre pais e filhos e aborda os grandes temas da vida: o medo, a amizade, os estudos, o amor, o desporto, a ambição e a família. Uma lição de integridade, amizade e amor… sem papas na língua.

 

 

Fui ali ao Alentejo e voltei!

Nada como aproveitar um fim-de-semana grande e com bom tempo para mudar de ares. E descansar é na planície alenteja!

 

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Apanhámos um trânsito do carapau na ida. Felizmente não o trânsito que houve à tarde, devido a um acidente que levou a que a A2 ficasse fechada durante um bocado. 

Quando lá chegámos iamos verdes de fome. 

Então e o que se fez no Alentejo?

Comeu-se bem, passeou-se no campo (e ficou-se logo com comichões por causa das flores e das oliveiras), comeram-se os primeiros caracóis do ano que foram uma belíssima decepção, jantou-se fora, comeu-se carne frita com tomate, bebeu-se sangria e jolas, saiu-se à noite depois de deixar o puto a dormir com a avó, bebeu-se mais uns copos enquanto se ouviu música ao vivo, comeram-se gelados, apanhou-se calor (especialmente hoje), dormitou-se, leu-se e viu-se alguma TV mas muito pouca. 

 

As crias (Zoe e Marcos) ferraram a dormir assim que entraram no carro na viagem de regresso e foi até chegarem a casa.

Foi pena não aproveitarmos para ficar mais um dia, já que amanhã temos feriado, mas o Marcos tem escola e é a festa de final de ano e vamos aproveitar para ele poder ir e participar no que andou imenso tempo a ensaiar e também para podermos ir assistir, porque não sendo feriado seria impossível.

 

Bom feriado e continuação de boa semana, sim?

Leitura terminada

 

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Aleluia! Os astros alinharam-se e finalmente consegui pegar neste livro e levá-lo até ao fim! Às vezes a solução passa por fugir de casa uns dias, mudar de ares, não ter portátil nem tablet e a TV ser extremamente limitada. Mesmo assim, não vos conto as cabeçadas que dei no livro. E não, esqueçam, não vamos ver quanto tempo me demorou a terminar este livrinho tão pequeno!

 

Então, sobre o livro. Foi um livro morninho. Eu estava à espera que os livros desta autora fossem mais tipo romance. Claro que, lendo a sinopse, percebi que não era. Ainda assim, é um livro algo envolvente, apesar do tempo que me demorou a lê-lo, mas isso foi mais de mim do que do livro, que estou tipo os velhotes que conforme se sentam começam às cabeças.

 

A tradução tinha algumas gafes do género "experimentaram" em vez de "experimentarão" ou "lembraste" em vez de "lembras-te", o que me deu alguns nervos, porque isto não são bem os típicos typing mistakes.

 

A história em si, bom, começa por ser interessante, mas a dada altura sinto que o detective, que era suposto ser tão bom no seu trabalho, deixou um bocadinho a desejar. Pode ter sido cansaço, pode ter sido por se ter deixado envolver pelas pessoas, mas achei que ficou aquém do que um bom detective deve ser. As personagens precisavam de ter um bocadinho mais de substância. Também achei o final bastante previsível. Teria sido mais interessante se tivesse estado mais metade do livro a suspeitar de quem era e dos motivos e chegasse ao final e tivesse sido surpreendida por um twist daqueles mais arrebatadores, tipo ser alguém que não estaria mesmo à espera. Não aconteceu. Foi um livro morno, como disse, creio que uma boa leitura para conhecer esta autora, mas estou à espera de ser um bocadinho mais arrebatada nas outras histórias que tenho dela cá em casa, o Casamento em Veneza e o Romance na Toscana (comprado há dias na Feira do Livro).

 

Muito obrigada, Quinta Essência por me terem dado a conhecer esta autora. Obrigada pela oportunidade e peço desculpa pela demora na leitura, mas uma pessoa não vai para nova. :)

 

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É oficial

Acordei às 6h30 da matinha num feriado, porque alguém se esqueceu de desligar o alarme ontem, e não consigo voltar a adormecer!

 

Quando estava quase a conseguir voltar a pegar no sono, o Marcos levantou-se para ir fazer xixi e depois auto-convidou-se para se deitar na nossa cama. E quando estava quase a passar pelas brasas de novo a cadela decidiu ladrar (agora deu-lhe para isto, esta parva que nunca ladrava). E se não fosse isso acordava agora com barulho de obras no prédio ao lado, acho eu, porque isto aqui não se pode descansar e é preciso acordar a vizinhança com berbequins e o camandro!

 

Fónix, pá! O outro dizia "deixem-me trabalhar". Eu digo, "deixem-me dormir!!"...

 

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Deve ser uma febre hormonal...


É só a minha filha que anda amarguradamente a contar os dias, horas, minutos e segundos que faltam para entrar de férias? E a dizer que não queria ficar de férias, queria era continuar na escola?



 



Quando crescer e tiver um mês de férias por ano, bem se vai lembrar dos tempos felizes em que tinha três meses de férias de Verão (mais Natal e Páscoa)...

Baldas

Não avanço grande coisa nas leituras. Não estudo. Não escrevo no Blog. Uma rebaldaria, é o que é!

 

Isto uma pessoa vê uma pontinha de sol e calor e vai a correr para a rua aproveitar o bom tempo e laurear a pevide. Depois de estender máquinas de roupa, claro.

O acordar cedo faz com que à noite também dê o soninho cedo e não apetece fazer grande coisa senão vegetar. Depois ao fim-de-semana não se dorme muito mais, porque nos deitamos mais tarde, mas acordamos com as galinhas porque o relógio biológico fica alterado. 

 

Este fim-de-semana houve acordar cedo, houve compras, almoços fora, caminhadas, gelados, houve um dia inteiro (Domingo) com o puto nas comemorações do Dia da Criança aqui na terrinha (uma maravilha organizada pela Câmara Municipal, com paletes de actividades para todos os gostos e tudo gratuíto), que nos fez ficar derreados das pernas e dos pés e apanhar escaldões em certas partes do corpo, apesar do protector solar. 

O resto foi cenas mínimas de vida doméstica e tentar descansar qualquer coisa entre tanta passeata. 

O que vale é que esta semana é curtinha e temos fim-de-semana grande. Ou será melhor dizer que são umas mini-férias?

 

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