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Curly aos Bocadinhos

Curly aos Bocadinhos

Nova leitura

Eu sei, tenho muitos livros emprestados em atraso para ler.

Mas nestas coisas tenho como princípio dar sempre prioridade aos livros que as editoras me enviam.

 

Assim sendo, o livro que se segue é um que me foi recentemente enviado pela Quinta Essência

 

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Mais uma autora nova para mim.

Aqui fica a sinopse.

 

Alix Madsen e Jared Montgomery celebraram o seu casamento numa capela elegante no meio do bosque, seguido de um banquete e de um baile ao luar. Enquanto a maioria dos convidados tem os olhos postos no feliz casal, Graydon, o primo de Jared, é incapaz de desviar a vista de uma das damas de honor, Toby Wyndam. Dona de uma beleza serena e de um sentido de humor subtil, Toby também tem uma qualidade que a torna única: é capaz de distinguir Graydon do seu gémeo verdadeiro, Rory. Segundo a lenda da família, esse dom torna-a o Amor Verdadeiro dele.
No entanto, Graydon sabe que não há nenhuma possibilidade de acabarem juntos, já que é herdeiro do trono da Lanconia e tem de se casar com a aristocrata que foi escolhida para ele. Uma vez que ambos sabem que a sua relação é impossível, prometem que nunca passarão da amizade.
Mas algo acontece entre eles, algo que desencadeou uma força desconhecida. Se quiserem estar juntos, devem mudar os acontecimentos do passado e o que vai acontecer no futuro.

Por muito que tenha sido avisada, Toby não consegue impedir-se de perder o seu coração para o príncipe Graydon, mesmo sabendo que ele vai deixar a ilha e a sua vida para sempre dali a poucas semanas. Toby tem de decidir se pode desfrutar daqueles momentos juntos ou se deve afastar Graydon antes de se apaixonar ainda mais.

 

Leitura terminada

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A minha estreia com um um livro de Nora Roberts.

Terminado há pouquinho, porque ontem à noite adormeci a 10 páginas do final. As pestanas pesam muito às vezes...

 

Neste livro acompanhamos a Tenente Eve Dallas e o acompanhamento do caso do estranho assassino que persegue jovens em busca de um retrato mágico que lhes extrai a sua essência e juventude.

Acompanhamos também o apoio amoroso que tem no marido, um casal muito apaixonado e cuja força e união também são importantes na resolução deste caso.

No meio do turbilhão policial, acompanhamos ainda a descoberta da verdadeira história de Roarke, algo emotiva e que nos transporta às idílicas zonas verdejantes da Irlanda.

A autora consegue criar um bom enredo e personagens interessantes e que se interligam todas bem na história.

Confesso que ao início o livro me começou logo a enervar, porque de repente me dei conta (algo que não percebi na sinopse) que a história se passava algures em 2059. E eu, pronto, comecei logo a bufar. Creio que essa parte da história foi pouco conseguida. Uma coisa algo futurista, em que havia coisas como o Auto-Chefe (uma espécie de Bimby mas em bom, que era só fazer o pedido e a maquineta produzia (?), umas "unidades de pulso" em vez de relógios, uns equipamentos tipo telemóvel, mas com câmara, uns computadores com voice command e depois umas vezes descreviam a coisa tipo carros meios voadores (ou dava essa impressão), mas depois afinal havia carros normais que circulavam na estrada e tal. Foi uma tentativa fraquita de coisa futurista.

Achei que ia desanimar com esses pormenores. O que tive de fazer foi abstrair-me desses detalhes e focar-me na parte do enredo policial e das personagens. E foi assim que consegui avançar rapidamente no livro. 

O assassino era bastante perturbado, coitado. Acho que não foi uma total surpresa para mim saber quem era. Ainda que durante algum tempo tenha andado a perguntar-me quem seria. E gostaria que tivesse sido uma personagem assim mais fora da caixa. Senti que o assassino se deixou apanhar demasiado facilmente e, nesse aspecto foi pouco empolgante. 

É, contudo, um livro que nos deixa a pensar no quanto podemos ser observados por um estranho e sofrer às mãos de uma obsessão. 

 

Digamos que gostei do livro, mas preciso de ler mais livros desta autora para perceber até que ponto a sua escrita é realmente boa. Ainda assim foi uma boa estreia. 

Mas sinto que é uma autora que, pelo facto de escrever tantos livros, é capaz de perder um pouco de conteúdo e de capacidade de criar personagens mais elaboradas. É uma história que se lê bem, mas falta um pouco mais de corpo, de profundidade às histórias. Conta-as um bocado a correr. 

 

Agora que penso nisso, acho que já apanhei algumas vezes no Fox Life alguns filmes baseados em livros da Nora Roberts. E são filmes que acho sempre um pouco fraquitos, com péssimos desempenhos e má realização. Ainda que sejam livros que dêm uma boa base para filmes, precisam de um pouco mais de conteúdo e de capacidade de criar empolgamento.

 

Muito obrigada à Saída de Emergência, com a chancela Chá das Cinco por esta oportunidade!!

 

SdE

 

 

 

 

 

O IKEA é muito mais do que móveis

 

Este fim-de-semana, depois de uma manhã de dondoquice, de irmos encher a cara de sushi, de irmos comprar coisas para levar os Bombeiros e de as irmos entregar, fomos ao IKEA.

Precisava de duas ou três coisinhas e aproveitámos para lá ir. Como é óbvio, nunca se trazem só duas ou três coisinhas, mas enfim, o IKEA exerce esse efeito hipnotizante sobre as pessoas e cria necessidades. Mas depois uma pessoa tem umas horas de bricolage em casa, que são super terapêuticas.

Como se não bastassem as coisinhas a mais que vieram no carro, à saída o Marcos pediu água. Fomos aquela mercearia do IKEA em frente às caixas. E, claro, também não podia vir só a água. Ao passar pelas águas, reparei numas embalagens de almôndegas vegetarianas. Travei e voltei atrás para cuscar. Tinham um belo aspecto e eram embalagens de um quilo. O Semi-Deus disse-me "traz mas é dois pacotes". E eu a pensar que ser calhar era má ideia, porque podiam não ser nada de jeito.

Ontem foram o nosso almoço. Aquilo foi só meter num tabuleiro de ir ao forno, com um fiozinho de azeite, uma pitada de sal, pimenta e tomilho. São uma maravilha!!

Até o Marcos comeu lindamente. Deu para almoço, para jantar do Marcos, para o meu almoço de hoje e ainda sobraram umas quantas.

E ainda temos o segundo pacote. Acho que me posso viciar naquilo.

Cheira-me que vamos passar a ir ao IKEA com muito mais frequência. O problema é se, com as almôndegas, lá vêm mais umas coisas para a casa.

:):)

 

 

Feriado?

Nah!

Hoje é dia de bulir.

 

Confesso que até curto trabalhar em feriados. Sim, era um fim-de-semana prolongado que deixa de ser. Mas há vantagens em vir trabalhar nos feriados: o trânsito que não há, estacionar na boa, chegar cedo e sair cedo, sossego durante todo o dia.

Ah, e claro, ganha-se mais qualquer coisinha (o que dá sempre jeito) e ainda se tem direito a meio dia de férias.

 

Bora lá!

 

Bom dia pessoas!