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Curly aos Bocadinhos

Curly aos Bocadinhos

Às vezes o dom da omnipresença bem que dava um certo jeito!

Ontem, depois de muitos, muitos, muitos anos, voltei a um Circo. Pasmem-se!!

 

Não gosto, não gostei, continuo a não gostar, mas tive bilhetes oferecidos pela empresa e decidimos desta vez levar os miúdos porque havia a garantia de ser um Circo sem animais (ainda que não sem palhaços, infelizmente - como sabem, ou se não sabem passam a saber, tenho uma certa fobia com palhaços).

 

A parte que eu gostei do Circo foi ter acontecido no Coliseu dos Recreios, porque deu para ir cedo, estacionar o carro, fazer a pé toda aquela zona do Rossio até ao Terreiro do Paço e voltar, comer castanhas e passar tempo em família. O Circo em si foi um bocadinho um suplício para mim, estava deserta que terminasse, mesmo sem animais não é mesmo a minha coisa, ou pelo menos não nos moldes em que é feito o Circo em Portugal. Enfim, são gostos! Ao menos os miúdos gostaram, ainda que o Marcos tivesse feito a fita do costume antes de entrar, a dizer que tinha medo e que não queria ir e que tinha de ir para casa porque estava com muitas saudades e preocupado com a Zoe (sim, está bem, conta-me histórias). Claro que depois entrou e curtiu imenso! 

 

Mas dizia eu...ah, sobre o dom da omnipresença. É que, por um lado foi maravilhoso o passeio e o tempo em família. Ainda por cima porque estava bom tempo.

 

Por outro lado, fiquei cheia de pena de ter perdido a oportunidade de ter conhecido pessoalmente o autor Carlos Ruiz Zafón e de ter levado os meus bebés para ele autografar. 

Que raio de hora para fazer a sessão de apresentação do seu novo livro!!! Não podiam ter feito aquilo de manhã, ou tipo às 2 da tarde? Ainda por cima o senhor, para além de escrever como escreve, ainda toca piano assim?

 

Agora vou ter de organizar uma sessão de apresentação e autógrafos só para mim e para a minha primocas, que derivados da hora marada, também não conseguiu ir.

 

Nem sabem a choraminguice que para aqui vai nas estantes, porque ah e tal, queriam a assinatura do senhor, com dedicatória especial.

 

É assim, não deu. Estávamos a curtir o Pepito ou lá o que era!

 

 

Vai daí que um dia há um autor que nos contacta directamente...

...porque viu o nosso Blog e gostou e nos pede para divulgar o seu livro. E no processo, para agradecer a divulgação, diz que vai solicitar à editora para nos enviar um exemplar do mesmo, para podermos ler e vir até aqui opinar. Ora que vaidosa que uma pessoa fica! 

 

O autor é o Rodrigo Caiado, o livro tem como título "O Espírito da Ilha" e tem a chancela da Chiado Editora.

 

Aqui vos deixo a sinopse e a imagem da capa (a qual por acaso acho linda, simples, com um ar nostálgico, mas encantadora) - já sabem que para mim a capa vende e muito o livro...

 

capa.jpg

 

sinopse.jpg

 

Para o caso de não conseguirem ler bem a sinopse, espreitem aqui no site da Chiado Editora.

 

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Não há nada a fazer

Dias em que caio da cama atrasada (como foi o caso de hoje) e não tomo o pequeno-almoço para não perder mais tempo, são dias em que, por mais que coma depois, parece que estou sempre cheia de fome! Estou farta de petiscar a manhã toda e parece que estou pronta para comer um boi ao almoço! E sinto-me super zonza, parece que tenho a tensão baixa ou então a glicemia..


A importância de um pequeno-almoço! É assim que se vê!