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Curly aos Bocadinhos

Curly aos Bocadinhos

A revolta aos 4 anos (quase 5, vá)

O Marcos ontem vinha muito revoltado da escola. Aquilo não correu lá muito bem ao nível do social (muitas brigas e quedas e situações). Às tantas começou a descarregar a fúria em nós no carro. "E não gosto mais de vocês e não quero viver mais naquela casa e...olhem...vou viver aqui no McDonald's (iamos a passar em frente) e fico aqui e como aqui todos os dias!" Pergunta o pai "então e vais pagar a comida com o teu dinheiro?" "Não! Vou usar o teu!" Vamos ter calma, autonomia não é independência...

É oficial, só gosto de livros em papel!

Quando li o livro da minha colega Inês recebi uma cópia digital, pelo que instalei um e-reader no meu tablet e foi assim que o li.
Sim, aquilo uma pessoa quando faz swipe até parece que está mesmo a mudar a página.
Mas não é a mesma coisa. Fisicamente é toda uma diferença, no toque, no cheiro, no peso e tudo e tudo.
Se calhar não posso opinar verdadeiramente com uma única experiência, mas acho que quem me tira os livros em papel tira tudo.
Apesar do espaço que ocupam e do pó que ganham, etc e tal.

Editorial Bizâncio ** Novidades

 

No dia 30 de Abril de 1945, Adolfo Hitler suicidou-se. No dia seguinte, Joseph Goebbels, o seu ministro da Propaganda também se matou, e o Terceiro Reich, em derrocada, ficou entregue ao almirante Karl Dönitz. A situação dos nazis parecia desesperada. No entanto, surpreendentemente, a guerra no resto da Europa continuou por mais dez dias.

Depois de Hitler aborda os dez dias que se seguiram à morte de Hitler numa narrativa em contagem decrescente e enquadra-os na história global mais vasta de uma guerra europeia que assistira a algumas das batalhas mais ferozes da História.

Aborda ainda o pano de fundo da guerra e a terrível catástrofe humanitária que não foi publicamente conhecida na Europa. Fala-nos dos que sentiram a alegria da liberdade, bem como dos que enfrentaram um futuro de grandes incertezas. Quando os soldados do Exército Vermelho juntaram as suas forças às dos aliados britânicos e americanos, o Leste de Estaline enfrentou finalmente o Ocidente de Churchill e Truman. Depois de Hitler narra-nos a desconfiança crescente entre eles, mas também momentos de extraordinária boa vontade e cooperação – a esperança, breve mas tocante, de que estas grandes nações poderiam construir um futuro novo e mais seguro.

Este livro é uma exploração fascinante do período curto mas crucial que iria dar forma ao mundo que emergiu do pós-guerra.

 

***

 

 

No momento em que o regime castrista perde o alento, «Don Fuego» continua a cantar nos cabarés de Havana. Outrora, a sua voz electrizava as multidões. Agora, os tempos mudaram e o rei da rumba tem de ceder o seu lugar. Entregue a si próprio, conhece Mayensi, uma jovem «ruiva e radiosa como uma chama», pela qual se apaixona perdidamente. Mas o mistério que cerca essa beldade fascinante ameaça o seu improvável idílio.

Cântico dedicado aos fabulosos destinos contrariados pela sorte, Deus não Mora em Havana é também uma viagem ao país de todos os paradoxos e de todos os sonhos.

Aliando a mestria e o fôlego de um Steinbeck contemporâneo, Yasmina Khadra conduz uma reflexão nostálgica sobre a juventude perdida, incessantemente contrabalançada pelo júbilo de cantar, de dançar e de acreditar em amanhãs felizes.

 

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Depois de algum tempo sem novidades, é refrescante ir ao site da Editorial Bizâncio e ver duas novidades interessantes. Fiquei logo em pulgas com o novo livro do Yasmina!

Nova Leitura

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Porque às vezes só um livro de Sophie Kinsella não é suficiente...

 

Sinopse

 

Lottie tinha a certeza de que Richard, o seu namorado de longa data, ia pedi-la em casamento. Mas estava enganada. Farta de esperar, decide terminar a relação. O inesperado acontece quando Lottie, ainda a recuperar da desilusão, recebe um telefonema. Do outro lado da linha está Ben, um ex-namorado com quem fizera um pacto insólito no passado. Se, aos 30 anos (ou aos 33…), nenhum deles estivesse casado, casar-se-iam um com o outro. Para Lottie a mensagem é clara: o Destino está a uni-los!

Já Fliss, a irmã de Lottie, não tem tanta certeza disso. Ela sabe que, por detrás deste aparente ato arrebatado de paixão, Lottie tem o coração partido. Mas casar com alguém que não vê há 15 anos ultrapassa todos os limites.

O problema é que o mal já está feito… A solução?
Seguir o casal até à ilha grega de Ikonos e fazer os possíveis (e os impossíveis) para impedir a consumação da união.

Fliss rapidamente percebe que contrariar o Destino não é tarefa para os fracos de espírito, algo que ela acredita não ser. Mas à medida que o seu plano avança, uma dúvida paira no ar: estará ela preparada para pagar o preço pela intromissão?

 

Leitura Terminada

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Primeiro que tudo a Sinopse:

 

Lara sempre teve uma imaginação muito fértil, mas agora, questiona-se se não estará a ficar louca. As raparigas normais de vinte anos simplesmente não vêem fantasmas! Inexplicavelmente, o espírito da sua tia-avó Sadie - sob a forma de uma rapariga ousada, exigente e dançarina de Charleston - apareceu-lhe para fazer um último pedido: Lara deve encontrar um colar que se encontra desaparecido para que Sadie possa descansar em paz.
Lara já tem problemas que cheguem na sua vida. A sua nova empresa está em declínio, o seu melhor amigo e parceiro de negócios fugiu para Goa e acaba de ser abandonada pelo amor da sua vida.
Mas à medida que Lara passa tempo com Sadie, a vida torna-se mais fascinante e a caça ao tesouro transforma-se em algo intrigante e romântico. Poderia o fantasma de Sadie ser a resposta para os problemas de Lara? Poderiam duas raparigas de épocas diferentes aprender algo especial uma com a outra?

 

Primeiro, um comentário sobre a Sinopse: não é o melhor amigo e parceiro de negócios que fugiu para Goa, é a melhor amiga. Convinha pelo menos fazer um resumo mais correcto da coisa. Adiante...

 

Sobre o livro, bem, é sempre bom voltar a Kinsella. É uma daquelas confort authors, que uma pessoa precisa de vez em quando. E, se já com o livro que metia uma confusão com uma reencarnação no corpo errado fiquei surpreendida, confesso que também fiquei com este livro que metia um fantasma. 

Só mesmo Kinsella para escrever um livro com um fantasma com esta graça. Não foi um livro tão divertido como os outros, achei-o mais emocional, mais escrito com o coração, entendem? Talvez ali algum elemento auto-biográfico da autora com a perda de algum ente querido (estou a divagar), mas novamente com uma personagem central que é uma mulher especial, mas em alguns momentos um bocado desorientada e que nos proporciona algumas gargalhadas. Sendo que a Sadie também era fogo!

Se calhar o que me fez rir menos com este livro foi ter-me feito lembrar da perda dos meu avós e do quantas vezes pensei que eles andavam ali a pairar algures por cima de mim, ainda que não os visse ou ouvisse, porque não queria deixá-los ir. E porque queria acreditar que me estavam por ali a proteger. E fez-me lembrar de que tenho saudades deles.

A parte do romance é menos forte neste livro, é algo de mais secundário, mas ainda assim bem integrado na história, com um personagem masculino de ar apetitoso. 

 

É mais um livro de Kinsella que recomendo, mas, comparando com livros anteriores, acho que não foi o meu favorito da autora.

 

 

 

 

New Mail ** Quinta Essência

Obrigada, Quinta Essência! Credo, que capas tão bonitas! Babei 😍

 

 

Sinopses

Aqui Entre Nós - Jane Fallon

Desde sempre que Tamsin e Michelle são inseparáveis. Claro que Tamsin quer o melhor para a amiga. Quando lhe chega aos ouvidos o boato de que Patrick, o marido de Michelle, lhe é infiel, ela põe em prática um plano ousado: utiliza a sua assistente, Bea, como engodo, para ver o que acontece… Não lhe ocorreu, todavia, que a fiel Bea pudesse ter outras intenções. Além disso, a farsa parece ter ganho vida própria e, de repente, Tamsin dá por si enredada numa grande teia de mentiras. Consumida por sentimentos de culpa, Tamsin encontra-se perante uma situação delicada: conseguirá ela contar a verdade a Michelle sem arruinar a vida de todos? Segredos, manipulação e traições: Aqui Entre Nós é uma comédia de enganos que nos leva a refletir sobre a grande questão: existe alguém em quem possamos verdadeiramente confiar?

 

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Máscaras ao Luar - Jude Deveraux

 

Sophie Kincaid está a passar por um momento difícil. Foi abandonada pelo noivo e a sua carreira de escultora está num impasse. Felizmente, a sua amiga Kim parece ter a solução: basta que Sophie se mude para Edilean. Kim acredita que a pequena povoação é o Paraíso na Terra. Mas a experiência de Sophie vai assemelhar-se mais a uma descida ao Inferno. Para começar, o seu carro avaria, e quase é atropelada por um condutor em excesso de velocidade. Sophie resolve então levar a cabo uma pequena e criativa vingança contra o motorista, que é nada menos do que… o seu novo empregador. E o Dr. Reede Aldredge bem merece ser castigado. Quanto mais não seja pelo seu temperamento amargo e modos rudes, conhecidos de toda a vila. Mas apenas ele sabe os motivos que o levam a agir assim. A fogosa Sophie, porém, fá-lo rir… algo que não acontecia há muito tempo. A química entre eles é palpável. A tensão também. Afinal, ambos têm segredos a esconder. Quando, sob o luar de Edilean, partilham um momento de pura magia, algo parece mudar… Porém, até os habitantes da vila já perceberam que nada é simples para aqueles dois. Conseguirá a magia sobreviver à luz implacável da manhã, ou transformar-se-á em apenas mais uma memória embaraçosa?

Merdas muito difíceis de beber

Chá de alcachofra!

Fosga-se, mas que raio de sabor é este? É bom que isto faça bem, que pelo menos a uma coisa vai fazer mal: às minhas rugas. Vou passar o dia a franzir as fuças! Blegh


PS - comprei um saquinho com as ervas na Área Viva do Continente. Ontem ao preparar o chá pela primeira vez, ao colocar as ervas na água, tive a sensação de que ia preparar chá de cotão. Aquilo parecia-me rolos de cotão.

PS1 - não é possível que uma pessoa fique com bom hálito depois deste chá. Vou ter de ir ao WC várias vezes para lavar os dentes.

Que sacrifício! Acho que não vou beber muitas vezes (e não sei se vou conseguir despachar o conteúdo do termo hoje). Isto só ia lá com umas duas colheres de sopa de açúcar. Ou de mel, vá, para ser mais saudável...