Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Curly aos Bocadinhos

Curly aos Bocadinhos

Estado da minha pessoa

Depois de uma semana com contracturas horríveis, já quase sem me conseguir mexer, cheia de dores de cabeça e enjoos e num estado de irritação brutal por causa das dores, fui fazer uma massagem ontem. Que me deixou a sentir bem. Hoje estou quase na mesma e a precisar de outra massagem!

Socorro!!

 

A minha casa para os próximos 2 dias

image1_big.jpg

 

Not too shabby o palacete, hein?

 

Estou aqui que não sei se fiz bem em meter na mala roupita semi-formal, com a calça preta e o blazer ou se devia ter trazido vestido com armação, sapato com grande fivela e peruca branca e pensar em pintar a cara de branco, os lábios de vermelho e espetar um sinal postiço na cara...

 

Nova leitura

350x.jpg

 

Ora, pois!

 

À Morte Ninguém Escapa
de M. J. Arlidge
Editor: TopSeller

 

Sinopse

O corpo de um homem é encontrado numa casa vazia.
O seu coração foi arrancado e entregue à família.
A detetive Helen Grace sabe que esta não será a última vítima de um assassino em série. Os media chamam-lhe Jack, o Estripador, mas ao contrário: este mata homens de família que vivem vidas duplas e enganam as suas mulheres.
Helen consegue pressentir a fúria por detrás de cada assassínio. Mas o que ela nunca conseguirá prever é quão volátil na realidade este assassino é. Nem o que a aguarda no final desta caça ao homem.

 

Leitura Terminada

350x.jpg

"Vais adorar o Arlindo" disse-me alguém. Arlindo é o nome carinhoso pelo qual trata M. J. Arlidge. Um autor novo para mim, mas em relação ao qual já tinha os pré-avisos de ser muito bom.

E foi!

Como sabem, para lá dos romances e tal, também me perco nestes livros tipo policial/thriller psicológico.

E este livro tem todos os bons ingredientes para um livro nessa categoria.

Tem uma personagem principal, a Helen Grace, que é uma detective cheia de garra e determinação, com muita coragem, mas atormentada por um passado tenebroso com necessidade de libertar frustrações e agonias de uma forma especial.

Tem um conjunto de crimes que se sucedem, todos com a mesma componente muito marada de serem raptadas duas pessoas, colocadas num sítio ermo e sem forma de escapar, sem mais nada ao pé de si sem ser um telemóvel onde recebem uma mensagem com as regras do jogo, e uma arma carregada com uma bala, porque a regra é um deles tem de morrer porque o outro tem de matar. E é aleatório quem dispara. Pois as pessoas são deixadas a passar fome e sede, no limiar da humilhação sem um sítio onde fazer as necessidades fisiológicas e quando se chega a esse extremo nunca se sabe quem se vai passar primeiro e virar o animal que se preocupa com a sua sobrevivência. E às vezes é inesperada a escolha. Claro que, quem sobrevive também nunca mais tem uma vida normal. É como se morresse também.

E depois as pistas, as dicas, os enganos que nos levam a acreditar que a história vai seguir um certo rumo para depois seguir outro, estarmos a achar que estamos a perceber certas partes e afinal não era nada daquilo, com um final a condizer onde a revelação da assassina ajuda a que tudo faça sentido mas também nos deixa de boca aberta, porque estamos sempre a pensar nas várias personagens que vamos conhecendo ao longo da história e depois não é bem por aí. Ainda que o final pudesse ter sido mais explorado, talvez propositadamente não é e ficamos ali a pensar no que realmente aconteceu. E ficamos a pensar que alterações vai sofrer Helen Grace nos próximos volumes.

E é por isso que queremos ir já a correr ler os outros volumes, para não perder a embalagem.

Gostei muito da escrita deste autor, é bastante fluída, apesar de ter bastante sustança em termos de conteúdo e capacidade para alternar entre as partes mais psicológicas e as partes mais gráficas.

É um livro perfeito para ser adaptado ao cinema, porque é de tal forma descritivo e intenso que parece que estamos a acompanhar um filme. Há partes em que parece que estamos a ouvir uma música de fundo nas partes mais brutais (é capaz de ajudar o autor trabalhar em televisão há muitos anos).

Não deixem de ler é o que tenho para vos dizer!

 

 

Sobre as vitórias e os momentos históricos

3f371e32fefc33de794f45e1fdbf716d.jpg

 

8619596.jpg

Vivi para no ano passado ver a Seleção Nacional ganhar o Euro 2016!

 

Foi uma alegria!

 

Vivi para este ano ver Portugal ganhar, pela primeira vez, o festival Eurovisão.

Sem show off, sem fogo de artifício, sem cantar em inglês, com um gajo "mal vestido" e com "ar de freak" que "coitado não sabe o que fazer às mãos".

Um poema lindo, uma música maravilhosa, para nos lembrar que cantar não é gritar e que a boa música se ouve em silêncio e deixa lágrimas no fim.

Um amor de irmãos lindo de se ver. Uma humildade como poucos. E não ganhámos à rasquinha, foi uma vitória esmagadora.

Há anos que não via o festival da Eurovisão e ontem num jantar de primos, estivemos ali, a apoiar, a torcer, a aplaudir cada 12 pontos, e todos os outros que se iam somando e a sofrer ali no fim com aquela votação marada do público que podia ter mudado tudo. Mas não mudou. E foi a bandeira verde e vermelha que brilhou no fim.

Sinto-me muito orgulhosa de ser portuguesa! Parabéns Portugal! Parabéns Salvador e Luísa! Bem hajam!