Cenas importantes...
Para além do Ed Sheeran, que é só para o ano, estou em pulgas para:
- a nova temporada do The Voice que estreia já este Domingo
- a temporada 3 do This is Us que estreia no Fox Life dia 27
Acabou-se a silly season, pessoas!!!
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Para além do Ed Sheeran, que é só para o ano, estou em pulgas para:
- a nova temporada do The Voice que estreia já este Domingo
- a temporada 3 do This is Us que estreia no Fox Life dia 27
Acabou-se a silly season, pessoas!!!
Aqui há uns dias, à hora do jantar, o Marcos (apesar de ser usualmente boa boca) decidiu fazer fita com a sopa.
E era porque a sopa não prestava, e era porque estava quente, e era porque ele tinha mais sopa do que nós na tigela, e era porque estava fria, etc.
Depois de perder imenso tempo com a birra, o pai lá o tentou convencer de que não podíamos comer sempre o que gostávamos mais, que tinhamos de comer também coisas que podíamos gostar menos, mas que são saudáveis.
E que a sopa era muito importante e tinha vitaminas.
Ele continuava a não querer saber.
Às tantas o pai diz-lhe:
- "Marcos, temos de fazer uma alimentação equilibrada!"
E diz o puto:
- "Equilibrada? Mas a sopa está equilibrada! Não vês que a tigela está direita e equilibrada, não está torta?"
É, ao menos isso, com todos os defeitos da sopa...

Este livro da Saída de Emergência sai no dia 19/10/2018!
E, pela sinopse, parece ser bem intrigante!
Ainda por cima, na compra deste livro (limitado ao stock existente), vem como oferta o livro "Uma Praça em Antuérpia" de Luize Valente, que é um livro fantástico!
Por isso, aproveitem!


O Ed Sheeran vem a Lisboa!!!
😊😊😊
Encontrar um sitio sossegado, comer uma sopa e uma sandes e ler um bocado do meu livro.
O que eu realmente fiz: encontrei um sitio sossegado, comi uma sopa e uma sandes e depois fui à Primark comprar umas blusas para mim e uns pijamas para o Marcos (que anda com alguns à meia-canela).
Conclusões: se calhar tinha deixado o livro no escritório, que ainda era um calhamaço e escusava de o andar a carregar; não vale a pena fazer grandes planos para o almoço, especialmente se vou almoçar sozinha, porque isto às vezes...coiso...
- A nossa preocupação, para além de definir mais ou menos o percurso, em particular em que sítios dormir, foi a de reservar com antecedência as casas/apartamentos no Airbnb. Foi a nossa primeira experiência e correu tudo lindamente. Tirando a falta de limpeza da última casa, as outras, pá, impecável e foi a melhor coisa que fizémos!
- Também reservámos com antecedência os parques de estacionamento no centro de Paris e de Barcelona.
- As auto-estradas em Espanha são porreiras e fazem-se muitos quilómetros em Auto-Vias (não Auto-Pistas) pelo que não se paga portagem.
- Em França, o pinga-pinga de portagens é uma loucura. Devemos ter pago mais de 100€ ou 150€ de portagens só em França. Uma loucura! Um bocado chulos!
- Tudo é mais caro em França, mas mesmo tudo. Gasóleo, portagens, comida, supermercado, etc etc.
- Para aguentar os miúdos tantas horas no carro, carregámos dois SD cards com filmes de animação para os tablets. Horas e horas de filmes que foram vendo pelo caminho. Quando se fartavam, ora jogavam no tablet, ora dormiam, ora o Marcos brincava com os seus super-heróis, ora faziam eles filmes.
- Deu muito jeito levar já de casa imensas caixas com barras de cereais e algumas bolachas. Era sempre bom ter um snack sempre à mão de semear.
- É importante levar roupa e calçado confortáveis. Eu então levei t-shirts e andei quase sempre com as minhas calças de ginásio - nunca me senti nem inchada, nem apertada, nem com calor, foi a melhor opção para mim. Acho que só usei calças de ganga no dia que andámos no centro de Paris e arrependi-me.
- É muito importante escolher sítios para pernoitar. É uma loucura fazer horas de condução durante a noite. A condução era apenas durante o dia, ao final da tarde/início da noite chegávamos aos alojamentos e era altura de relaxar e tentar dormir bem (houve um dia que me sentia super cansada e sonolenta e isso tornou a condução arriscada, quanto mais se a condução fosse à noite).
- Houve coisas que correram como planeado, outras que nem tanto. O tempo não estica e passa demasiado rápido quando nos estamos a divertir.
- Tivémos dias de fazer qualquer coisa como 350kms, mas tivémos dias de fazer uns 900kms.
- Os miúdos às vezes perguntavam porque não tinhamos ido de avião até Paris. Mas acho que perceberam depois a quantidade de cidades que viram, o que nunca aconteceria se tivessemos voado para Paris e ido até à Eurodisney.
- A parte mais gira de fazer uma road trip é ir pela estrada e ir percebendo as constantes variações na paisagem. Foi encantador fazer a estrada de San Sebastian até à fronteira com França, foi maravilhoso fazer a estrada na zona da Borgonha, curtir aquele momento em que percebemos que estamos a mudar de país, é muito engraçado.
- Tivémos dias de começar de manhã a falar espanhol e terminar a falar francês e vice-versa. A dada altura já se misturavam as línguas todas e era um fartote.
- Depois de tudo, soube muito bem ver a placa a dizer Portugal. Porque lá fora é giro, mas o nosso País é lindo e tem coisas maravilhosas também e sabe sempre bem voltar a casa.
Se bem que, se calhar vamos começar a planear a próxima...

Relato de uma férias diferentes - Parte II
Dia 5
Com muita dificuldade, despedimo-nos da moradia de Santeny. Mas antes disso, lá conseguimos comprar a maravilhosa baguete e os éclairs na padaria da vila, que era para levarmos alegria nas barriguitas.
Saímos de Santeny com direcção a Lyon. Ainda eram uns quilómetros valentes. Chegámos lá pela hora de almoço. Estacionámos num parque perto do centro e deambulámos um pouco ali numas ruas com restaurantes e lojinhas. Apenas entrámos numa das catedrais lá do sítio, a mais próxima dessas ruas. Depois procurámos um sítio para almoçar e com isto tudo perdemos para aí umas 3 horas em Lyon. Sendo que já não vimos mais nada por lá, porque ainda tínhamos mais uma grande tirada pela frente.













Ao final da tarde ainda parámos em Avignon, mas só deu para uma foto ao Palácio Papal e pouco mais, porque ainda tínhamos de ir até à casa onde íamos pernoitar e ainda faltavam uns bons quilómetros.
Assim que entrei em Avignon de carro fiquei encantada e mais ainda quando demos umas voltas dentro da muralha à procura de lugar.
Acho que acusei o cansaço dos dias anteriores e da Disneyland e fiquei com uma grande neura quando percebi que tínhamos chegado a Avignon e não íamos ter tempo para deambular por ali. Portei-me mal e fiz fita. Deixei-me levar pela ânsia de querer conhecer melhor mais um sítio com potencial e pela frustração.




E ainda tínhamos previsto parar em Montpellier, mas também já não deu, fomos directos para Lattes, passando antes por um supermercado próximo, onde ficámos em mais uma moradia do Airbnb, encantadora, muito bem decorada e cheia de pormenores deliciosos. A casa é mesmo onde mora a rapariga com a sua família, por isso não nos podíamos sentir mais em casa.
Dia 6
Acordámos para uma manhã chuvosa (parece que também tinha chovido e trovejado durante a noite, mas não dei por nada). Depois do pequeno-almoço em casa e de arrumar tudo, rumámos a Barcelona, desistindo completamente de ir a Montpellier.
Chegámos a Barcelona pela hora de almoço. Estacionámos num parque previamente reservado e caminhámos até à Plaza Real onde nos sentámos na esplanada de um restaurante onde o Semi-Deus já tinha estado em vezes anteriores. Almoçámos tapas e bebemos umas cañas (os miúdos só água, no worries). A Plaza Real era muito fixe e acho que podíamos ter ficado ali a tarde toda (se bem que depois pegar no carro ia ser complicado).
Mas lá fomos, pós-almoço, subir as Ramblas até à Plaza da Catalunha. Depois apanhámos o metro até à Sagrada Família.
Achei a Sagrada Família uma cena estranhíssima, única, sem dúvida, mas estranha. Gaudi teve muita visão, mas a obra megalómana e o facto de estar ainda a ser construída desde 1882 (prevê-se que esteja terminada lá para 2030), tornam o monumento algo de muito invulgar, porque tem uma parte que se nota que foi construída há muitos anos, para depois ter um bloco ao lado que se percebe ser construção recente. Ou seja, a arquitectura é fabulosa, mas a mistura dos materiais fica estranha.
Depois de o Marcos andar um bocado aos saltos num parque infantil ali perto ainda tentámos ir ao Parque Guell. Fartámo-nos de andar, mas perdemos tempo porque o GPS estava a pendurar e a mandar-nos para ruas erradas, portanto, a meio caminho percebemos que tínhamos era de voltar para ir buscar o carro (o parque tinha hora limite, tal como em Paris). Por isso, entrámos na estação de metro mais próxima e siga.
Confesso que não senti o encantamento que esperava com Barcelona. Se calhar é uma cidade para ser vivida mais sem os miúdos, curtir a vida nocturna, mas de facto, não me enamorei para já.





Esta cena do boneco a fazer cócó era uma coisa em Barcelona, não percebi o sentido. Mas várias lojas tinham esta estatueta em tamanho pequeno para se comprar. Ainda pensei nisso, mas lá preferi o fridge magnet com ar normal...









O alojamento para essa noite foi um apartamento do Airbnb que ficava a uns 10kms de Barcelona, em Sant Just Desvern. O apartamento era muito fixe e estava muito limpo. Só que, depois da moradia de Santeny e da moradia de Lattes, senti que era bastante estéril, porque era despojado de carácter. Mas dormimos lindamente, se calhar foi a noite que o Semi-Deus dormiu melhor, acho que se sentiu mais como se estivesse em casa.
Dia 7
Na manhã seguinte, deslocámo-nos até Saragoça. Almoçámos por lá num restaurante mesmo em frente à Basílica del Pilar. Queriamos ter visto também o Mercado Central, mas estava completamente em obras, portanto, era seguir viagem.








O caminho ainda era longo até Toledo. Mas quando lá chegámos, ficámos encantados. Fizemos a ronda de Toledo, que é uma estrada que circula toda à volta da muralha e, de facto, é encantador ver Toledo ao fim do dia, ali quase no pôr do sol. Só tiramos umas fotos cá de fora e ficou a promessa de voltar no dia seguinte antes de irmos para casa.










Nessa noite ficámos naquela que foi para mim a pior casa Airbnb, numa localidade chamada Alcabón. A casa era datada, não que isso seja mau, tinha uma decoração péssima, mas o que mais me enervou foi a falta de limpeza. Depois de todas as outras casas, nesse aspecto foi uma decepção.
Por falta de supermercados para comprar jantar, decidimos jantar no restaurante mesmo ao pé do apartamento que é da irmã do dono da casa, onde nos empanturrámos completamente com umas rações de tapas e cañas.
O restaurante também primava pela falta de pó, mas valeu o encanto de jantar num restaurante construído dentro de um museu do lagar de azeite mais antigo da Europa, datado do século XI. Muito engraçado.
Depois de vegetarmos um bocado no sofá feio e cheio de pó, lá fomos dormir.
Dia 8
Último dia da viagem.
Voltámos a Toledo (sob ameaça de uma trovoada, ainda caíram uns pingos, mas lá passou). Adorámos cada minuto por lá. Valeu bem a pena. Tínhamos na boa ficado por lá a manhã toda, a deambular naquelas ruas.














Acabámos por sair de lá já deviam ser umas 11 horas e ainda tínhamos bastantes quilómetros pela frente. Ainda pensámos em almoçar já em Portugal, mas depois percebemos que ainda íamos demorar a chegar à fronteira e as barrigas já davam horas.
Para não nos desviarmos muito do caminho, parámos em Mérida para almoçar. Comemos bem e barato, num cafezito frequentado por locais e depois de umas voltas ainda conseguimos ver pelo menos a maior e mais bem conservada ponte romana antes de finalmente rumarmos a casa.



Aqui havia um edifício moderno (creio que uma universidade) todo construído em cima de vestígios romanos. O edfício estava um bocado "no ar", para que na base se mantivessem as ruínas.



Isto era parte de um aqueduto

Chegámos a casa lá pelas 18h e foi muito bom voltar! Cansados, mas cheios de boas recordações e com muita roupa para lavar.
Relato de uma férias diferentes - Parte I
Dia 1
No Sábado, dia 1 de Setembro, demos início à nossa Road Trip em família.

Saímos de casa de manhã cedo e à hora de almoço chegámos a Salamanca. Estacionámos o carro num parque subterrâneo perto do centro da cidade, fomos até à Plaza Mayor, comemos num McDonald’s que ficava junto à Plaza e depois de comermos fomos até à Catedral e à Casa das Conchas, dar uma voltinha e tirar umas fotos. Os miúdos adoraram esta cidade (e nós também). Por vontade deles tínhamos ficado por lá mais umas horas, mas tínhamos de nos fazer à estrada.






Cintos apertados, seguimos até Deba (município da Espanha na província de Guipúscoa – Gipuzkoa, comunidade autónoma do País Basco), uma cidade junto ao mar. Fartámo-nos de rir pelo caminho com as palavras quase impronunciáveis daquela língua. Parece que tínhamos uma bola de pêlo na boca. Nesta terra pernoitámos num apartamento reservado no Airbnb. Não estávamos a conseguir encontrar a casa, mas depois os donos vieram ter connosco ao carro e lá fomos ter.



É que Deba é uma cidade em que grande parte das habitações são construídas contra a serra, algumas casas nem têm rua de acesso, mas sim elevadores de acesso. Aquilo é assim meio estranho em termos de ordenamento, mas tem a sua piada. Estacionar por ali não é fácil, mas os senhores da casa cederam-nos o lugar onde tinham o carro deles estacionado, o que ajudou bastante. Comprámos jantar e pequeno-almoço no Minipreço que ficava mesmo à porta de casa e depois do jantar e da cozinha arrumada, demos uma volta na pracinha central, bebemos uma caña e comemos uns pinchos, antes de irmos dormir.
A casa era acolhedora, bem decorada e extremamente limpa. Só que a noite foi complicada, toda a noite um barulho recorrente a cada 10 minutos mal nos deixou pregar olho. Descobrimos depois que o prédio (bem antigo) ficava mesmo por cima de uma padaria, portanto o que ouvíamos eram as máquinas da padaria.
Dia 2
Manhã seguinte, acordámos um bocado pedrados, mas não dava para fazer ronha. A estrada esperava-nos. Tomámos o pequeno-almoço em casa, arrumámos e limpámos tudo e seguimos até San Sebastian, uma cidade na Baía de Biscaia ainda no País Basco. Não tínhamos muito tempo, estacionar ao pé da praia também não foi nada fácil, mas lá conseguimos encostar o carro para uma foto com vista para La Concha Bay.


O caminho ainda era longo até ao destino para o almoço. Mas a vista era maravilhosa, repleta de serras verdejantes. Foi muito agradável fazer aqueles quilómetros.



Chegámos finalmente a La Rochelle, a primeira cidade francesa. Adorei La Rochelle! A marina, o mar, os torreões, a cidade (as poucas ruas onde conseguimos ir) eram encantadores. Os miúdos preferiram Salamanca, mas pessoalmente gostei muito desta cidade. O almoço foi num restaurante mesmo junto à marina e eu, tudo o que é junto ao mar me encanta, por isso estava super bem por ali.








Depois do repasto, engatar a primeira e seguir até Santeny, uma vila a cerca de 30kms de Paris, super catita, no meio do campo. Já era de noite, por isso andámos um bocado à pesca da casa Airbnb onde íamos ficar 3 noites. Depois lá conseguimos telefonar para o senhor e estávamos mesmo no portão certo. Nessa noite, os miúdos ficaram doidos, andaram a abraçar paredes porque adoraram aquela moradia no meio da quinta. De facto era muito gira, tinha 2 pisos, 4 quartos e umas janelas enormes com uma vista linda para o campo verdejante. O dono da casa morava numa outra casa mesmo em frente, pelo que era bom termos ali a pessoa sempre à mão caso fosse necessário.





Dia 3
Na manhã seguinte foi uma delícia abrir as janelas para aquele verde e respirar aquele ar e ir até à única padaria da vila comprar pain au chocolat e éclairs.


Eu vou dizer-vos uma coisa, aquele éclair de café valia cada cêntimo e valia cada quilo que me entrou na peidola e que muito vou ter de pedalar no ginásio para tentar tirar. Que maravilha!! Mesmo cena pitoresca!
Depois de um pequeno-almoço na mesa do jardim a respirar ar puro, rumámos ao centro de Paris. Estacionámos o carro num parque previamente reservado que ficava muito perto da Notre Damme. Portanto, o nosso passeio em Paris começou pela Notre Damme. Depois descemos junto ao rio até à Pont des Arts e virámos para o Louvre. Não visitámos nem a Notre Damme nem o Louvre, por razões óbvias, filas gigantescas e falta de tempo.
Eramos para apanhar o metro para a Torre Eiffel, mas depois decidimos ir a pé, porque até não estava assim tão longe. Depois de umas fotos junto à Torre Eiffel, fomos almoçar no mesmo restaurante onde jantei quando estive em Paris em trabalho em Abril, o Castel Café.
Depois do almoço, apanhámos então o metro até ao Sacré Cœur, fizemos a subida por Montmartre, entramos na basílica e depois voltámos a descer por Montmartre. Ainda entrei na mesma lojinha dos chocolates e trouxemos uns quantos chocolates e uns macarrons para degustarmos em casa.













A seguir voltámos para o carro, porque a hora de fim do parque estava a chegar, e não queríamos estar no centro de Paris à noite com os putos. E os putos queriam mesmo era curtir a moradia no campo, onde acho que queriam ficar a viver uns tempos mais alargados.

Dia 4
Na manhã seguinte era dia de ir à Disneyland Paris. Ainda tentámos ir à padaria da vila comprar baguete, mas era o dia de fecho semanal. Como não havia mais nenhuma, fomos até à vila mais próxima, Marolles, e lá conseguimos comer mais uns pain au chocolat. O que queríamos mesmo era sentar a tomar o pequeno-almoço, mas por ali não havia tal conceito. Era comprar e levar, as padarias/pastelarias não tinham sequer mesas. Comemos na rua e seguimos viagem.
Entrámos com o carro no parque de estacionamento da Eurodisney (incha 25€ ao dia) e, pronto, foi a loucura. Era um dia de semana, sendo que os meninos franceses já tinham começado as aulas mas, mesmo assim, havia pilhas de gente, incluindo muitos franceses (baldas?). Nem quero imaginar a confusão de ir lá num fim-de-semana.
Ao todo conseguimos andar numas 17 atracções. As mais interessantes tinham tempos de espera de praticamente uma hora.
Almoçámos no Toad Hall Restaurant (na área da FantasyLand) onde comemos um belo fish & chips. O peixe estava delicioso!
A ideia era jantar no Cowboy Cookout Barbecue (na área da FrontierLand), só que na altura em que decidimos ir jantar descobrimos que tinha fechado às 16h30. Portanto, jantámos no restaurante mexicano associado ao filme Coco, onde também não se comeu mal.
Queríamos ter andado no Thunder Mesa Riverboat Landing, um barco réplica dos barcos que navegam no Mississípi, mas também ficou desactivado lá pelas 17h e não abriu mais.
O carrossel Mad Hatter's Tea Cups, consegui andar só com a Madalena. O Marcos fez fita que tinha medo, depois quando saímos queria ir andar. Fomos todos para a fila, só que aquilo decidiu ter uma falha mecânica, por isso, no luck.
Acho que curti mesmo foi a cena dos Piratas das Caraíbas, apesar de ter berrado um bocado na primeira vez. Na segunda volta que fiz só com a Madalena (porque o Marcos ficou a recuperar), já berrei só mesmo por piada. Mas estava muito gira aquela ride.
Também gostei da parada e do espectáculo final.
Tínhamos era lido online que o parque fechava lá para as onze da noite. Mas percebemos que quase tudo começou a fechar antes das 20, porque afinal o parque fechava às 21h, hora do espectáculo final.
Gostei do pormenor do fogo de artifício, porque rebentava, mas não fazia barulho. O que foi uma maravilha, já que a maioria dos putos, Marcos incluído, borra-se de medo daquilo, por isso tinha sido chato tentar ver o espectáculo com o puto a chorar baba e ranho.
Por um lado, termos mais tempo na Disneyland tinha dado para ver mais algumas coisas, mas também foi bom irmos para casa mais cedo, porque aproveitámos para descansar mais já que o dia seguinte também ia ser daqueles puxadotes.














Os restantes dias ficam para o post seguinte...

Depois de um thriller e de um livro perturbador sobre incesto, estava a precisar de algo assim mais fofinho.
Tinha este livro cá em casa já há imenso tempo na lista de espera e olhei para esta capa, percebi que metia amor, amizade, uma livraria e um cão e pensei "perfeito!".
Já o comecei, mas a leitura tem andado meio lenta. Estou a gostar, mas este livro tem a letra bué pequena e, portanto, não dá para ler muito de cada vez. A não ser que a minha próxima aquisição seja uma lupa.
Fica a sinopse:
Quando Michelle convida Anna para gerir e fazer renascer a moribunda livraria de Longhampton, é como se um sonho se tornasse realidade: para além de conquistar, finalmente, alguns momentos de paz longe das enteadas problemáticas e do dálmata hiperativo, Anna é uma sonhadora completamente apaixonada por livros.
Serão as histórias de amor, aventuras, jardins secretos, cães perdidos, bruxas malvadas e pêssegos gigantes a trazer nova vida à negligenciada loja. Anna e os seus clientes/leitores vão deixar-se levar pela magia. E nem a melhor amiga de Anna - a organizada e empreendedora Michelle, que diz categoricamente não acreditar no amor verdadeiro nem em príncipes encantados - ficará imune ao espirito love is in the air.
Mas quando alguns segredos da infância de Michelle voltam para a atormentar e o fracasso familiar paira sobre Anna, poderá a sabedoria das histórias de encantar ajudar as duas amigas - e aqueles que elas amam - a encontrar os seus próprios finais felizes?
Avancemos...
PS - Entretanto lembrei-me que também tenho cá em casa outro livro desta autora que ainda não li. É da minha sogra e ela disse-me que adorou, por isso, a ver se o ponho na lista de espera mais próxima.
PS1 - Se um dia me apetecesse voltar a deixar crescer o cabelo, gostava de ter o penteado desta autora. Só que o meu cabelo é uma bosta e não ia ficar nada assim, mas pronto. Achei piada...
