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Curly aos Bocadinhos

Curly aos Bocadinhos

Nuno Nepomuceno

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No dia 23 estive na Fnac do Colombo na apresentação do novo livro do Nuno Nepomuceno e diverti-me imenso. Gostei bastante das duas pessoas escolhidas para fazer a apresentação, a Ruth Manus e o Presidente da Associação Portuguesa de Museologia, João Neto. Duas pessoas com imensa graça!

No dia da apresentação, ainda só tinha lido umas 40 páginas do livro. Entretanto percebi a associação que a minha prima fez entre o senhor João Neto (ele não gosta que o tratem por doutor) e uma das personagens deste volume.

Gostei muito de conhecer pessoalmente o Nuno. Achei-o muito simpático, simples, humilde, com sentido de humor e sensível (a lagrimita a surgir quando se referiu à família…snif). Ele reconheceu-me, do blog e do Facebook, o que também teve graça.

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Foi bom não me ter decepcionado com o Nuno e ele de repente me sair assim um snob com a mania, antipático e intratável. Bem pelo contrário! E isso também nos ajuda a manter a empatia quer com o autor quer com os livros. Porque vamos sempre olhar para os livros dele com um certo carinho.

A Sveva bem que me decepcionou na Feira do Livro. Coincidência ou não, nunca mais me deu para ler um livro dela (e tenho uns dois dela para ler pelo menos). Eu sei que a senhora tem milhares de fãs e estava muito calor e o coiso, mas a senhora vive da escrita, por isso o mínimo era ter alguma simpatia pelas pessoas que gastam dinheiro para ler os seus livros.

Já o Nuno, é um carola da Matemática e tem uma profissão desafiante, portanto, suponho que escrever seja o seu escape. Mas se calhar não precisa da escrita para viver e sempre trata melhor os fãs e agradece a sua presença.

Em jeito de piada já me perguntaram se o Nuno me paga para falar nele e divulgar os seus livros. Eh pá, de facto não. Podemos pensar nisso, ó Nuno! Mas não, é só mesmo porque tenho gostado dos livros dele e creio que se tornou um muito acarinhado autor português.