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Curly aos Bocadinhos

Curly aos Bocadinhos

Também é preciso falar destas coisas, não é?

Se há coisa que verdadeiramente aprecio é a arte no WC público.

 

Aquela arte de engenharia que faz com que uma pessoa, para conseguir entrar ou sair do cubículo, tenha literalmente de subir para a sanita, caso contrário a porta ou não fecha/abre ou pode provocar sérios danos ao nível das Margaridas (e eu não tenho mamas grandes, malta). A alternativa é a pessoa encarnar uma lagartixa e vai de se colar à parede, enquanto tenta com a sua curta patita chegar à porta.

 

Às vezes dá vontade é de fazer a cena de porta aberta e que se lixe. Quem vier atrás que feche a porta (?).

 

Acho que não custava nada dar mais uns centímetros aos cubículos, até porque na maioria dos WC's há imenso espaço na parte de fora. A medida pode ser assim, se a porta bate na sanita, é alargar.

 

Outro flagelo que me assiste nesta temática é o sítio onde muitas vezes colocam o raio do dispensador do papel higiénico. Adoro quando uma pessoa está ali, já naquela posição esquisita de rabo no ar derivados dos germes envolventes e quando chega a altura de limpar o pipi vai que é preciso um brilhante momento de contorcionismo, digno de Portugal Got Talent, porque houve alguém que achou graça colocar os ditos atrás da sanita ou tão longe da mesma que uma pessoa tem de andar aos saltos com as calças nos tornozelos (isto nos WC's com cubículos maiores, que os há, graças a Deus).

 

Ao menos ponham um aviso na porta a dizer "Favor tirar o papel antes de se dirigir ao vaso".

 

E é só isto. Acho que há pessoas más neste mundo. Más e burras, pronto!